Meio ambiente

Prefeitura de Rosário promove campanha de conscientização do uso de som em área comercial

A Prefeitura de Rosário, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, encerrou, na última quinta-feira, 10, a campanha com o objetivo de conscientizar lojistas, comerciantes e vendedores sobre os prejuízos causados pelo excesso do uso de som em estabelecimentos comerciais, carros e bicicletas usados para divulgar anúncios publicitários no município.

Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Léo Cavalcante, a poluição sonora ocasionada pelo volume excessivo de carros e caixas de som no centro comercial da cidade é um dos grandes problemas urbanos que pode causar prejuízos na saúde auditiva das pessoas expostas ao som.

“Nós iniciamos a campanha na segunda-feira e visitamos mais da metade de todo o comércio e lojas do centro da cidade para explicar que existe uma lei municipal em vigor desde 2013 que orienta sobre o horário de funcionamento do som em portas de lojas, os carros de divulgação e a determinação da lei”, explicou Léo Cavalcante.

O que diz a Lei

De acordo com a Lei Municipal Nº 099/2013, o horário permitido para as propagandas volantes realizadas por carros de som, bicicletas e similares é de 8h às 12h e das 14h às 18h. Em locais próximos a hospitais, clínicas e casa de saúde, escolas, fóruns e casas religiosas os veículos devem transitar a uma distância mínima de 100 metros.

A lei diz ainda que as casas de shows e espetáculos devem solicitar alvará de funcionamento na Secretaria Municipal de Meio Ambiente para que sejam vistoriados e recebam a autorização com validade renovável por 1 ano. As casas e lojas em irregularidade podem sofrer penalidades com multas que variam entre R$ 250,00 a R$ 500,00 e cassação do alvará na terceira autuação.

Efeitos do ruído

O nível máximo de som de alto falantes, som automotivo, rádios, orquestras, instrumentos isolados, bandas, radiolas, aparelhos e utensílios sonoros permitido pela lei é de 65 dB (sessenta e cinco decibéis). O ruído está entre os agentes de risco mais comum para perda auditiva. No entanto, os efeitos na saúde humana vão além das alterações auditivas, provocando efeitos como estresse, cefaléia, insônia e irritabilidade.

“O ruído, hoje, é um dos problemas dos centros urbanos, pelo trânsito, nas áreas comerciais, e que muitas vezes há o excesso e uso abusivo de buzinas, carros de som, alarmes”, finalizou Léo Cavalcante.

Mais em Meio ambiente


Receba nossa Newsletter. Deixe seu nome e e-mail!